sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

O velho papo de felicidade.

Se tem um papo que rende um bom momento de reflexão é a tal da felicidade. Seria um estado de espírito, aquela coisa de estar feliz? Ou é uma questão de ser feliz? 
Bom, ao meu ver, a felicidade não mora apenas num belo apartamento de frente pra praia, muito menos numa conta bancária recheada de dólares para serem gastos. O grande problema de muitos que se queixam de não serem felizes é que eles não conseguem enxergar que a felicidade não está no futuro, que a hora de ser feliz é agora, não é amanhã! Essa mania de deixar pra curtir depois, porque agora tem mil obrigações; de achar que só será feliz quando se formar, casar, ter um trabalho perfeito e lindos filhos... Não é bem assim que as coisas funcionam. A felicidade mora aí dentro de você, e sua única tarefa é abrir um espaço pra ela. Aquele sorriso de criança contagiante, aquele abraço da sua mãe ao acordar, aquele encontro tão esperado com um grande amigo depois de meses, o bar com colegas de faculdade, as piadas que um engraçadinho conta e você se acaba de rir. São esses detalhes e todos os outros da sua rotina, do dia a dia, que nos deixam felizes. Um "Você está linda hoje!" pode mudar o resto do seu dia; um incentivo aos estudos, alguém que acredita na sua capacidade pode te motivar a seguir em frente apesar de todas as dificuldades. E são essas pessoas que constroem a nossa felicidade pouco a pouco, e não o número que virá no seu contracheque daqui a 10 anos. O que eu quero dizer é que você decide se quer ser feliz ou não; você escolhe entre ficar reclamando de uma coisa que deu errado ou agradecer por todas as outras terem dado certo.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Meio termo.

Às vezes é difícil entender e aceitar todas as diferenças entre nós. Apesar de serem um tanto quanto necessárias, elas conseguem me deixar pensativa por muitas vezes. Como canceriana até a raiz do cabelo, confesso que os sentimentos à flor da pele são um impulso pra um rápido envolvimento, grande expectativa e certamente muitas decepções. Eu nunca sei até onde eu devo entender as limitações dos outros e aonde começa a parte deles colaborarem para termos uma relação no mínimo harmônica. Querer que eles respondam minhas mensagens e demonstrem o que eles falam que tanto sentem é egoísmo meu? Ou não demonstrar nada e não responder minhas mensagens é egoísmo deles? É, eu sei que tem de haver um meio termo, cada um colabora um pouco de cada lado, certo? Pois é, o problema mora aí. Tem gente que simplesmente não entende que nada dá certo se for só de um lado. Mas quem sabe uma hora cai a ficha, han? Só não posso garantir que não será tarde. A vida se encaminhará do que há de vir por aí.